SANTA MISSA COM RITO DE POSSE CANÔNICA DO 3°
BISPO DIOCESANO DA DIOCESE DO PILAR
LOCAL: CATEDRAL BASÍLICA DIOCESANA DE NOSSA SENHORA DO PILAR
-------------------------------------------
(ANTES DA MISSA, NA CHEGADA DO BISPO)
RECEPÇÃO NA PORTA DA IGREJA
RECEPÇÃO
O Bispo, de vestes corais, é recebido na porta da igreja catedral pelo reitor da igreja ou na falta dele algum membro do Colégio de Consultores, revestido de Capa pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.
ENTRADA
O Bispo adentra na igreja, enquanto canta-se o hino Ecce Sacerdos Magnus e o Gloria a ti, Cristo Jesus.
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO
Depois, convém que o Bispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos.
PARAMENTAÇÃO
Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o Bispo, o Delegado Apostólico, sacerdotes concelebrantes, diáconos e demais ministros se paramentam para a Santa Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.
RITO PRÓPRIO POSSE CANÔNICA - PRO ECCLESIA
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O delegado Apostólico e os demais ministros fazem a inclinação ao altar. Em seguida, o Bispo e demais concelebrantes beijam o altar em sinal de veneração e o Delegado incensa a cruz e o altar. Terminada a incensação, o Delegado dirige-se para a cátedra.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
DELEGADO: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
DELEGADO: A paz esteja convosco.
℟.: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
O Bispo senta-se e recebe a mitra.
LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO
Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.
A seguir, do ambão, o chanceler lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados.
BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI
ao dileto irmão Lucas Henrique Lorscheider,
eleito Bispo Diocesano da Diocese do Pilar,
Saúde e Bênção Apostólica.
A Igreja de Cristo, sacramento universal de salvação para todo o gênero humano, continua, sob a guia segura do Espírito Santo, a percorrer com fidelidade o caminho do Evangelho, edificando-se sobre o fundamento dos Apóstolos e servindo com generosa dedicação ao povo de Deus. Nessa contínua missão, os pastores, chamados pelo Senhor e configurados a Cristo Bom Pastor, oferecem o auxílio indispensável para que a obra evangelizadora se mantenha viva, fecunda e fiel aos desígnios divinos. Por isso, compete-nos prover com solicitude cada Igreja particular, a fim de que nenhuma seja privada do cuidado pastoral necessário para seu crescimento espiritual e missionário.
Tendo diante dos olhos as necessidades pastorais da Diocese do Pilar, considerando atentamente a tua experiência, o zelo demonstrado no exercício do episcopado e o serviço generoso que tens prestado à Igreja, discernimos oportuno confiar-te novo ofício no rebanho do Senhor. Reconhecemos em teu ministério sinais de prudência, sabedoria e caridade pastoral, que ora desejamos colocar a serviço de uma Igreja tão rica em história e responsabilidade eclesial.
Assim, pelo poder apostólico que exercemos por mandato divino, nomeamos-te, Bispo Diocesano da Diocese do Pilar, atribuindo-te, conforme as prescrições do direito e a tradição da Igreja. Com esta nomeação, desejamos fortalecer o ministério episcopal naquela nobre Diocese, para que possa continuar cumprindo com renovado vigor sua missão de promover a fé, animar a caridade e estimular a esperança do povo santo de Deus.
Confiamos firmemente que, sustentado pela graça que jamais falta àqueles que se colocam a serviço do Evangelho e movido pelo ardor apostólico que sempre caracterizou teu ministério, Vossa Excelência desempenhará com fidelidade e dedicação o encargo que agora te confiamos. Que possas colaborar de modo fraterno e pleno com o Clero a ti confiado, para o crescimento da unidade e para o maior bem espiritual dos fiéis. Que o testemunho de tua vida, unido à sabedoria de teu serviço pastoral, contribua para fazer resplandecer cada vez mais o rosto de Cristo nesta Igreja tão querida.
No fim, todos aclamam:
℟.: Graças a Deus.
Feito isto, o novo bispo da Diocese senta-se na cátedra e, a partir deste momento, preside a Santa Missa, enquanto isso, canta-se um breve canto.
Então, o celebrante convida o novo Bispo a tomar posse da cátedra.
Após, entrega o báculo e profere:
C: Dom Lucas, que Deus possa lhe iluminar para que saiba guiar com dignidade seu rebanho. Recebe, pois o báculo, símbolo do pastoreio de sua Diocese.
Então, os concelebrantes acolhem o Bispo saudando-o.
Dá-se continuidade a Santa Missa.
ALOCUÇÃO DE SAUDAÇÃO AO BISPO
Os membros do colégio são dos consultores e demais padres da Diocese se aproximam do bispo para saudá-lo como sinal de unidade e de obediência.
SAUDAÇÃO AO BISPO
Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido, alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.
ATO PENITENCIAL
Bispo: No início desta celebração eucarística, peçamos a conversão do coração, fonte de reconciliação e comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.
1. Senhor, que vieste ao mundo para nos salvar, tende piedade de nós.
Senhor tende piedade de nós.
2. Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito, tende piedade de nós.
Cristo, tende piedade de nós.
3. Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Bispo: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
HINO DE LOUVOR
Terminado o ato penitencial, canta-se ou recita-se o hino de louvor.
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o Bispo diz:
Bispo: Oremos.
Bispo: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração coleta.
Ó Deus, que em cada uma das Igrejas da terra manifestais a Igreja una, santa, católica e apostólica, concedei à nossa comunidade, unida ao seu pastor e reunida no Espírito Santo pelo Evangelho e a Eucaristia, representar a universalidade do vosso povo e ser no mundo o sinal e o instrumento da presença do Cristo.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura.
Leitor: Leitura do Livro do Profeta Jeremias.
Foi-me dirigida a palavra do Senhor, dizendo: Antes de formar-te no ventre materno, eu te conheci; antes de saíres do seio de tua mãe, eu te consagrei e te fiz profeta das nações”. Disse eu: “Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo”. Disse-me o Senhor: “Não digas que és muito novo; a todos a quem eu te enviar, irás, e tudo que eu te mandar dizer, dirás. Não tenhas medo deles, pois estou contigo para defender-te”, diz o Senhor. O Senhor estendeu a mão, tocou-me a boca e disse-me: “Eis que ponho minhas palavras em tua boca. Eu te constituí hoje sobre povos e reinos com poder para extirpar e destruir, devastar e derrubar, construir e plantar”.
- Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
— Ó Senhor, eu cantarei eternamente o vosso amor.
SEGUNDA LEITURA
O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura.
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro.
Caríssimos, exorto aos presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada: Sede pastores do rebanho de Deus, confiado a vós; cuidai dele, não por coação, mas de coração generoso; não por torpe ganância, mas livremente; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes, como modelos do rebanho. Assim, quando aparecer o pastor supremo, recebereis a coroa permanente da glória.
- Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
O bispo, coloca incenso no turíbulo. O diácono ou o sacerdote, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do bispo, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O bispo diz em voz baixa:
bispo: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono ou o sacerdote faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O bispo diz em voz baixa:
bispo: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono ou o sacerdote faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
℣.: Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?” Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E disse de novo a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”. Pela terceira vez, perguntou a Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?” Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”. Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir”. Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.
HOMILIA
Na homilia, após o Evangelho, o bispo dirige pela primeira vez a palavra ao seu povo.
ORAÇÃO DOS FIÉIS
Bispo: Como Igreja Diocesana, unamos nosso coração numa só voz para suplicar ao Deus de bondade sua solicitude em nossas necessidades. Escutai-nos, Pai misericordioso, atendei-nos em seu amor quando vos apresentamos nossas preces comunitárias:
℟.: Renovai-nos, Senhor, no vosso Espírito.
1. Escutai-nos, Deus de Amor, nesta prece que fazemos pela nossa Diocese do Pilar; enviai o vosso Espírito para que sempre se mantenha o dinamismo de nossas ações missionárias e pastorais, e assim, jamais seja interrompido o anúncio da salvação neste território diocesano, porção de tua Igreja. Rezemos!
2. Para que os fiéis que se afastaram de Deus Pai, caindo em si, sintam o desejo de voltar e participem de novo nos dons da Igreja, oremos.
3. Escutai-nos, Deus Misericordioso, nesta prece que fazemos pelo nosso novo Bispo, Dom Lucas Henrique Lorscheider que agora entra para fazer parte de nossa história: Vos pedimos pelas intenções e necessidades particulares de seu coração de Pastor; para ele Vos pedimos força, coragem, determinação e espírito de discernimento na condução do seu rebanho.
Rezemos!
4. Escutai-nos, Supremo Pastor, nesta prece que vos fazemos pelo nosso Clero Diocesano; sustentai cada padre e diácono no Vosso amor, fecundai o exercício do seu ministério com a graça necessária para perseverar na missão evangelizadora, enchei os Teus ministros de ânimo para constantemente anunciar Jesus Cristo e o Teu Reino. Rezemos!
5. Escutai-nos, Deus Pai, nesta prece que fazemos pelas vocações neste território diocesano; iluminai o coração da juventude para que possa fazer uma acertada decisão, conforme a Tua vontade. Vos pedimos: enchei de coragem e ardor missionário o coração dos leigos que em nossas paróquias testemunham a fé; para que assim continuem a difusão do Teu amor generoso,
Pres.: Atendei-nos em nossas súplicas e necessidades, Senhor. Socorrei-nos quando vos buscamos e com vosso generoso e constante auxílio possamos contar sempre com a vossa graça. Por Cristo, Senhor Nosso.testemunhado na vida o que celebram. Rezemos!
℟.: Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguíneo, o cálice, a pala e o Missal. Enquanto isso, canta-se o canto de ofertório.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O bispo, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Em seguida, o bispo recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.
Em seguida o bispo, profundamente inclinado, reza em silêncio.
E, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o bispo depois os padres e povo.
Em seguida, o bispo, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.
CONVITE À ORAÇÃO
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o bispo estende e une as mãos e diz:
Bispo: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Bispo: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
Em seguida, abrindo os braços, o bispo profere a oração sobre as oferendas.
Bispo: Celebrando, ó Pai, o memorial do imenso amor do vosso Filho, nós vos imploramos que os frutos de sua obra redentora, pelo ministério da vossa Igreja sirvam para a salvação de todo o mundo. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
(VI-A; A Igreja a caminho da unidade)
Começando a Oração Eucarística, o bispo abre os braços e diz ou canta:
bispo: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o bispo prossegue:
bispo: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O bispo, com os braços abertos, acrescenta:
bispo: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O bispo, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio:
bispo: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças e cantar-vos um hino de glória e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho reunistes uma só Igreja de todos os povos, línguas e nações. Vivificada pela força do vosso Espírito não deixais, por meio dela, de congregar na unidade todos os seres humanos.
Assim, manifestando a aliança do vosso amor, a Igreja transmite constantemente a alegre esperança do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que
prometestes para sempre em Jesus Cristo, Senhor nosso.
Por esta razão, com todas as virtudes do céu, nós vos celebramos na terra, cantando com toda a Igreja a uma só voz:
SANTO
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARISTICA I
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, comigo vosso indigno servo, com Pietro Rohr nosso bispo auxiliar e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
2C: Em comunhão com toda a Igreja, Veneramos em primeiro lugar a memória da mesma Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago, e Felipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos,ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI TODOS E COMEI, ISTO É O MEU CORPO QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI TODOS E BEBEI, ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS, FAZEI ISSO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressureição. Vinde, Semhor Jesus!
Ou, para recitação:
Pres.: Mistério da fé e do amor!
℟.: Todas as vezes que comemos deste pão e bebemos deste cálice, anunciamos, Senhor, a vossa morte, enquanto esperamos a vossa vinda!
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
℟.: Salvador do mundo, salva-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
CC.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso filho, da sua ressuirreição dentre os mortos e gloriosa ascenção aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
Recebei, ó Pai com olhar benigno, esta oferta, como, recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
R.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que no altar do céu, pelas mãos do vosso santo anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santissimo Corpo e Sangue do vosso Filho, sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
R.: O Espirito nos una num só corpo!
3C.: Lembrai-vos, ó Pai dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
R.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
4C.: E a todos nós pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convivío do Apóstolos e Mártires: Jão Batista e Estevão, Matia e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vosso Santos.
Por Cristo, nosso Senhor.
CP.: Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar esses bens e distribuí-los entre nós.
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o bispo diz, de mãos unidas:
bispo: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O Bispo abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O bispo prossegue sozinho, de braços abertos:
bispo: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O bispo une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
bispo: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O bispo une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O bispo, de braços abertos, diz em voz alta:
bispo: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O bispo une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
bispo: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O bispo une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
O bispo, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
bispo: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
bispo: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o bispo diz:
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
℣.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o bispo dá a paz ao diácono e a outros ministros.
FRAÇÃO DO PÃO
Em seguida, o bispo parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Em seguida, o bispo, de mãos unidas, reza em silêncio.
O bispo faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
bispo: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
O bispo, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.
Enquanto o bispo comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Enquanto se faz a purificação, o bispo reza em silêncio.
Então o bispo pode voltar à Cátedra. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o bispo, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Bispo: Oremos.
Em seguida, o bispo, de braços abertos, profere a oração:
Floresçam, ó Deus, nesta vossa Igreja, e permaneçam até o fim a integridade da fé, a santidade dos costumes, a caridade fraterna e a religião verdadeira. E jamais deixeis de proteger os que alimentais com vossa palavra e com o corpo do vosso Filho. Que vive e reina para sempre.
℟.: Amém.
RITOS FINAIS
LEITURA DA ATA DA POSSE
Após a Oração depois da comunhão, o Chanceler do bispado, ou um outro presbítero designado, lê a Ata da Posse.
BÊNÇÃO FINAL
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Bendito seja o nome do Senhor
℟.: Agora e para sempre!
Pres.: A nossa proteção está no nome do Senhor
℟.: Que fez o céu e a terra!Pres.: Abençoe -vos o Deus todo-poderoso Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
R.: Amém.
Depois, o diácono ou o próprio bispo diz ao povo, unindo as mãos:
℣.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então o bispo e os demais concelebrantes beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se para a foto final.


