Livreto Celebrativo | Imposição do Barrete ao Monsenhor Júlio César Rodrigues


IMPOSIÇÃO DO BARRETE DE MONSENHOR CAPELÃO DE SUA SANTIDADE

DIOCESE DE NOSSA SENHORA DO PILAR 

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XXII-V-MMXXVI
 

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

O Bispo inicia o rito na sédia, dizendo:
Pres: Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.

Pres: A Paz esteja convosco.
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

ORAÇÃO INTRODUTÓRIA

Terminado os cumprimentos, o presidente diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Pres: Senhor nosso Deus que pela efusão do Espírito Santos continue derramando vossas graças sobre este vosso servo, a frente de seu ministério sacerdotal para a constante edificação da vossa Santa Igreja e do vosso santo sacrifício. Por nosso Senhor Jesus  Cristo, vosso Filho, que  é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

O leitor dirige-se ao ambão para a leitura do Evangelho, que todos ouvem sentados.

Leitor: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás”. Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo”. Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça”. Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos”. Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos”. Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.
REFLEXÃO

O presidente faz uma reflexão sobre o Evangelho e sobre a condecoração.

Procede-se a leitura da bula de nomeação.


  


BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

O sacerdócio ministerial, participação singular no único sacerdócio de Cristo, ordena-se inteiramente ao serviço do Povo de Deus, para a edificação da Igreja na caridade, na verdade e na comunhão.

Atentos ao testemunho de vida presbiteral, à fidelidade no ministério, ao zelo pastoral e às aptidões demonstradas no serviço eclesial, e tendo tudo devidamente examinado pelo Dicastério para o Clero, após devida indicação do Ordinário local, julgamos oportuno oferecer um sinal visível de comunhão e estímulo apostólico.

Por isso, de nossa autoridade apostólica, CONCEDEMOS E CONFERIMOS ao Reverendíssimo Sacerdote Júlio César,  Rodrigues, presbítero incardinado à Diocese do Pilar, a dignidade de Capelão de Sua Santidade, com os direitos e deveres a ela inerentes, segundo as normas da Santa Igreja.

De acordo com o Motu Proprio Ordine ad Presbyterus, promulgado pelo Papa João, reiteramos que tais dignidades não são títulos de prestígio mundano, mas sinais visíveis de comunhão eclesial e estímulo ao impulso evangelizador, para maior dedicação ao ministério recebido.

Determinamos, além disso, que aquele que recebe esta dignidade somente poderá usar as vestes eclesiásticas próprias de sua nova condição, conforme o supracitado Motu Proprio, as normas litúrgicas e os bons costumes, a partir da entrega das insígnias, a qual deverá ocorrer em celebração litúrgica presidida pelo Bispo Diocesano, segundo a forma estabelecida (cf. n.º 8).

Exortamos, enfim, o presbítero assim distinguido a recordar que no sacerdócio os títulos nada acrescentam à essência do ministério, mas devem ser sempre vividos como maior exigência de humildade, serviço e exemplaridade, para edificação do povo fiel e decoro do serviço presbiteral.

Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die XIII mensis Maius, anno Domini bis millesimo vicesimo sexto, Pontificatus Nostri secundo.


BENEDICTUS PP. VIII

 Ao fim da leitura da Bula, todos dizem: 

Ass: Graças a Deus.

Tendo sido lida a Bula, o monsenhor se aproxima do presidente, se ajoelha e recebe, em silêncio, sua Bula.

Ainda ajoelhado diante do bispo, recebe a imposição do barrete e saúda o bispo e os demais presentes.

O Bispo conclui dizendo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai  e Filho e Espírito Santo.
Ass: Amém.

Pres: Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Ass: Graças a Deus.
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