SANTA MISSA DE ENVIO
JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE
GUADALAJARA 2026
RITOS INICIAIS
1. Reunido o povo, o Presidente dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, o Presidente e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o Presidente, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
2. Em seguida, o presidente, abrindo os braços, saúda o povo:
Irmãos, eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da benção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
O povo responde:
Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
3. O presidente convida os fiéis ao ato penitencial.
Irmãos, reconheçamos os nossos pecados, para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Após um momento de silêncio, o presidente diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores.
O celebrante:
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
4. Após isso, seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison).
GLORIA
5. Em seguida, canta-se o hino "Gloria in excelsis Deo".
PREGHIERA COLLECTA
6. Terminado o hino, de mãos unidas, o Presidente diz:
Oremos.
E todos oram com o Presidente, por algum tempo, em silêncio.
Então o Presidente, de braços abertos, reza a oração coleta;
Senhor, sede propício a vossos fiéis, e, benigno, multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem sempre vigilantes na observância dos vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMA LETTURA
(Mq 7, 14-15. 18-20)
7. O leitor dirige-se ao ambão para proclamar a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitura da Profecia de Miquéias
Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniquidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniquidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados. Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos.
Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Palavra do Senhor
Todos respondem:
Graças a Deus
Após a leitura, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl. 84 (85))
8. O salmista ou cantor canta o salmo, e o povo, o refrão.
R. Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade.
EVANGELHO
(Mt 12, 46-50)
9. Segue-se o canto de aclamação.
10. Enquanto isso, o celebrante, coloca incenso no turíbulo. O que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do celebrante, pede a bênção em voz baixa:
Dá-me a tua bênção.
O Santo Padre diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O leitor faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
11. Dirige-se ao ambão, acompanhado pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
E diz:
✠ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
O povo responde:
Glória a vós, Senhor.
Então, incensa o livro e proclama o Evangelho.
12. Terminado a leitura, aclama:
Palavra da Salvação.
O povo responde:
Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
13. O celebrante faz a homilia, iniciando com base no texto das leituras feitas na Liturgia da Palavra.
CREDO
(Símbolo apostólico)
14. Terminada a homilia, canta-se o símbolo.
LITURGIA EUCARISTICA
15. Inicia-se o canto e a preparação das oferendas.
16. Convém que os fiéis expressem sua colaboração trazendo pão e vinho para celebração da Eucaristia.
17. O celebrante, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o altar.
18. O diácono coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
19. Em seguida, o celebrante recebe o cálice em suas mãos e, levantando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio.
Coloca o cálice sobre o altar.
20. Em seguida o Santo Padre, profundamente inclinado, reza em silêncio.
21. E, depois, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o cerimoniário incensa o celebrante, os concelebrantes e o povo.
22. Em seguida, o celebrante, de pé ao lado do altar, lava as mãos, rezando em silêncio.
23. Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o celebrante estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos, para que o sacrifício da Igreja nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
SOBRE AS OFERENDAS
24. Em seguida, abrindo os braços, o celebrante reza a oração sobre as oferendas;
Ó Deus, no único sacrifício da cruz levastes à plenitude os diversos sacrifícios da antiga lei. Aceitai esta oblação das mãos dos vossos fiéis e santificai-a, com a mesma bênção que destes à oferta de Abel, a fim de que sirva para a salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO
(A Igreja a caminho da unidade)
25. Começando a Oração Eucarística, o celebrante abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o celebrante prossegue:
Corações ao alto.
O povo:
O nosso coração está em Deus.
O celebrante, com os braços abertos, acrescenta:
Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:
É nosso dever e nossa salvação.
O celebrante, de braços abertos, continua o prefácio.
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças e cantar-vos um hino de glória e louvor, Senhor, Pai de infinita bondade. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho reunistes uma só Igreja de todos os povos, línguas e nações. Por ela, vivificada pela força do vosso Espírito, não deixais de congregar na unidade todo o gênero humano. Manifestando a aliança do vosso amor, a Igreja irradia sem cessar a alegre esperança do vosso reino e brilha como sinal da vossa fidelidade que prometestes para sempre em Cristo Jesus, Senhor nosso. Por isso, unidos a todos os Anjos dos céus, nós vos celebramos na terra, cantando (dizendo) com a Igreja inteira a uma só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo, canta em voz alta o "Sanctus".
ORAÇÃO EUCARÍSTICA - I
(Cânon Romano)
26. O celebrante, de braços abertos, diz:
CP Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, comigo vosso indigno servo, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
27. Memento dos vivos.
1C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos servos e servas
une as mãos e reza por alguns momentos em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
28. “Infra actionem”.
2C.: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos o glorioso dia em que o Senhor Jesus venceu a morte e nos tornou participantes de sua vida imortal. Veneramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião e de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
29. O celebrante, com os braços abertos, continua:
Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
30. Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
31. O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Qui, prídie quam paterétur,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accépit panem in sanctas ac venerábiles manus suas,
eleva os olhos,
et elevátis óculis in cælum ad te Deum Patrem suum omnipoténtem, tibi grátias agens benedíxit, fregit, dedítque discípulis suis:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET MANDUCÁTE EX HOC
OMNES: HOC EST ENIM CORPUS MEUM,
QUOD PRO VOBIS TRADÉTUR.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, genuflete em adoração.
32. Então prossegue:
Símili modo, postquam cenátum est,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
accípiens et hunc præclárum cálicem in sanctas ac venerábiles manus suas, item tibi grátias agens benedíxit, dedítque discípulis suis:
inclina-se levemente
ACCÍPITE ET BÍBITE EX EO OMNES: HIC
EST ENIM CALIX SÁNGUINIS MEI NOVI
ET ÆTÉRNI TESTAMÉNTI, QUI PRO
VOBIS ET PRO MULTIS EFFUNDÉTUR IN
REMISSIÓNEM PECCATÓRUM.
HOC FÁCITE IN MEAM
COMMEMORATIÓNEM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
33. Em seguida, diz:
Mystérium fídei.
A assembleia aclama:
Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
34. O celebrante, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
35. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
36. Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
37. Memento dos mortos.
3C.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
38. Bate no peito, dizendo:
4C.: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso.
39. E o celebrante prossegue:
CP Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
40. Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Per ipsum, et cum ipso, et in ipso, est tibi Deo Patri omnipoténti, in unitáte Spíritus Sancti, omnis honor et glória per ómnia saécula sæculórum.
A assembleia aclama:
Amém.
RITI DI COMUNIONE
41. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o celebrante diz, de mãos unidas:
O banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs, rezemos, juntos como o Senhor nos ensinou:
O celebrante abre os braços e prossegue com o povo:
Pater noster, qui es in caelis: sanctificétur nomen tuum; advéniat regnum tuum; fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra. Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie; et dimítte nobis débita nostra, sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris; et ne nos indúcas in tentatiónem; sed líbera nos a malo.
42. O celebrante prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O celebrante une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
43. O celebrante, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O celebrante une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
44. O celebrante, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
45. Em seguida, o celebrante parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
46. Enquanto isso, canta-se o Cordeiro de Deus (Agnus Dei).
47. Em seguida, o celebrante, de mãos unidas, reza em silêncio.
48. O celebrante faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o banquete nupcial do cordeiro. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
49. Enquanto o celebrante comunga, inicia-se o canto da Comunhão.
50. Terminada a Comunhão, o diácono ou o acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o celebrante reza em silêncio.
51. Então o celebrante pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
52. Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o celebrante, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos.
Em seguida, de braços abertos, profere a oração Depois da Comunhão.
Nós vos pedimos, Senhor misericordioso, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga para a nova vida aqueles que iniciastes nos mistérios do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Amém.
RITOS FINAIS
BENÇÃO SOLENE
53. Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.
54. Somente o bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
Ele está no meio de nós.
Em seguida, celebrante roga a bênção:
Deus todo-poderoso vos abençoe com sua bondade e infunda em vós a sabedoria da Salvação.
Todos respondem:
Amém.
O celebrante continua:
Sempre vos alimente com os ensinamentos da fé e vos faça perseverar nas boas obras.
Todos respondem:
Amém.
O celebrante continua:
Oriente para Ele os vossos passos, e vos mostre o caminha da caridade e da paz.
Todos respondem:
Amém.
Então o bispo recebe o báculo, e diz:
E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Todos:
Amém.
55. Depois, o diácono ou o próprio Pontífice diz ao povo, de mãos unidas:
A alegria do Senhor seja a vossa força; Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Graças a Deus.
Findada a bênção, o celebrante beija o altar em sinal de veneração, como no início. E, feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
